Sandra FreireViajar sempre foi e sempre será o sonho da maioria. Velho jargão? E, dá para mudar? Afinal, jargões existem porque traduzem, com perfeição, o que muitas palavras não conseguem. Quando se pergunta a alguém: "quer viajar por quê?" Ah., para conhecer outros lugares etc...O que poderia ser traduzido por: comprarrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr! Vá lá; comprar faz parte de uma viagem. Quem não gosta de ter coisas diferentes, típicas dos lugares por onde passou, até para "viajar" tempos depois, olhando um objeto adquirido como lembrança? Aliás, nada mais apropriado do que "lembrança"_ lembrei de você e/ou para me lembrar daqui_ quando se refere a um objeto para nós mesmos ou para presentear alguém querido.
Houve um tempo__início da década de oitenta__ em que comprar numa viagem, principalmente aos Estados Unidos, era quase obrigatório. Não tínhamos quase nada por aqui. Era tudo importado, caríssimo! Eletrônico então! Nossos dinos eram mesmo milenares perto do que tinha lá. O primeiro eletrônico a ser permitido,__ se fôsse para uso pessoal__ foi o secador de cabelo. Impensável, heim?
Só no final dessa década, é que começamos a poder trazer eletrônicos dentro da cota de viagem. Que sucesso! Vídeo cassete cabia na cota!!
Mas isso foi no século passado.
Agora, quase no fim da primeira década do terceiro milênio, temos tudo. Computadores de última geração a preços mais que acessíveis, em até tantas vezes sem juros, que nos permite estar sempre com um novo. Eletrodomésticos maravilhosos ao alcance das mãos. As prestações são desprezíveis! Pode faltar tudo numa casa, menos energia elétrica.
Finalmente podemos viajar para conhecer lugares, comportamento de outros povos, suas culturas, suas origens, aumentar nossa bagagem intelectual, entendendo melhor o que se passa a nossa volta.
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